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Edição #150
janeiro de 2012
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Em Foco: Em Foco
por Redação 27/01/2012
Técnicos de luz agora podem se tornar empreendedores

Em julho de 2009, entrou em vigor a legislação do programa Empreendedor Individual (EI), do Governo Federal, que é basicamente uma inovação no sistema tributário que incentiva a formalização de negócios. Quando surgiu, o programa não atendia as profissões de técnicos de áudio e de luz, mas o quadro mudou recentemente graças à iniciativa de alguns profissionais da área, que entraram em contato com o Congresso Nacional e realizaram diversas manifestações pela internet. Agora, com a formalização da profissão, vários técnicos poderão desfrutar de vantagens como Cobertura Previdenciária, que inclui auxílio-doença, aposentadoria por idade, salário-maternidade após carência, pensão e auxilio reclusão.

Todo o processo de formalização é gratuito, havendo, inclusive, isenção de taxas para o registro da empresa e para a concessão de alvará de funcionamento. Cada empreendedor precisa apresentar uma única declaração de faturamento por ano, sendo que este faturamento deve ser controlado mês a mês para que esteja sempre organizado. Vale ressaltar que, com a formalização, o empreendedor terá condições de obter crédito junto a bancos.

De acordo com o programa, empreendedor individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 36 mil por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. Mais informações sobre a legislação podem ser obtidas em www.portaldoempreendedor.gov.br.

Senado aprova seguro-desemprego para artistas, músicos e técnicos

Outra boa notícia para a categoria foi a aprovação, no dia 21 de dezembro, do projeto de lei da ex-senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), que prevê a concessão de seguro-desemprego para artistas, músicos e técnicos de espetáculos de diversão.

De acordo com a proposta, o profissional terá direito a um salário mínimo como seguro-desemprego por um prazo máximo de quatro meses, de forma contínua ou alternada. Para isso, o beneficiário terá que comprovar que trabalhou em atividades da área por, pelo menos, 60 dias nos 12 meses anteriores à data do pedido do benefício e que não está recebendo outro benefício previdenciário de prestação continuada ou auxílio-desemprego. É necessário, ainda, que o profissional tenha efetuado os recolhimentos previdenciários relativos ao período de trabalho e não possua renda de qualquer natureza.


M Checon anuncia abertura de filial no Rio de Janeiro

Dados recentemente divulgados destacam que os principais players do mercado cenográfico no Brasil, à frente de eventos como grandes shows internacionais, festivais de música e feiras e convenções, movimentaram cerca de R$ 120 milhões em 2011. Aproveitando o bom momento e a alta demanda do setor, a paulistana M Checon Cenografia, uma das principais empresas do setor de montagem e cenografia, anunciou a abertura de uma filial no Rio de Janeiro em janeiro de 2012.

Dirigida pelo empresário Marcelo Checon, de apenas 32 anos, a M Checon divulgou por meio de comunicado oficial que serão investidos R$ 400 mil na abertura da nova filial, valor pequeno se comparado aos R$ 30 milhões faturados no ano corrente.

Vale lembrar que, em 2011, a companhia foi responsável pela execução de projetos como o Festival Planeta Terra e o Rock in Rio. Entre seus principais clientes estão nomes como TAM, Vale, Arezzo, Colgate e Bayer.

Inscrições abertas para o Los Angeles Brazilian Film Festival

Estão abertas e vão até o dia 31 de janeiro as inscrições para o 5º Los Angeles Brazilian Film Festival - LABRFF, que ocorre de 25 a 29 de abril de 2012, em Los Angeles.
 
Filmes de longa e curta metragem e documentários brasileiros, produzidos a partir de 2009 e inéditos na Califórnia, podem ser inscritos na premiação. Os que concorrem ao troféu devem conter legenda em inglês, estar encodados e possuir trailer disponível em redes sociais para apreciação do público. Os quarenta filmes que serão projetados em mostras paralelas durante os cinco dias da premiação na capital mundial do cinema não irão concorrer ao troféu LABRFF.

O festival, que em edições recentes teve um corpo de jurados formado por nomes consagrados como o diretor Fernando Meirelles, o diretor de fotografia Galle Tattersall e o diretor Carl Frankly, tem como principal objetivo divulgar o talento dos cineastas brasileiros em Los Angeles e facilitar a distribuição e divulgação da produção audiovisual brasileira nos Estados Unidos.

São diversas as categorias em que os filmes selecionados competem. Dentre os principais estão os de melhor filme, direção, roteiro, fotografia, ator, atriz e documentário. A divulgação dos filmes que concorrem acontecerá no dia 1º de março e o formulário e regras para inscrição devem ser solicitados através do e-mail inscricao2012@labrff.com.


Longa é filmado em smartphone

A primeira vez em que Hooman Khalili teve a ideia de fazer um longa-metragem filmado inteiramente em um smartphone foi em janeiro de 2010. Pouco menos de dois anos depois, no último dia 16 de dezembro, Olive estreou nos cinemas dos Estados Unidos. Para gravar o filme, o diretor construiu um suporte para o smartphone N8, da Nokia, em que a lente auxiliar de 35mm foi alinhada à lente da câmera do telefone. Toda a ação foi captada pela lente do dispositivo móvel e a qualidade final do filme é próxima ao visto em obras alternativas.

A única tomada aérea feita durante as gravações de Olive foi filmada amarrando o aparelho celular em um helicóptero de controle remoto, sem ao menos saberem o que realmente estava sendo filmado. Ainda assim, Khalili e sua equipe tentaram manter a filmagem o mais profissional possível, com maquiadores e scouts de localização. A atriz Gena Rowlands, duas vezes indicada ao Oscar, faz parte do elenco.

Olive, que conta a história de uma criança muda que transforma a vida de três pessoas, foi filmado em cinco semanas e editado em nove dias. O projeto foi parcialmente financiado por um ex-executivo do Facebook, Chris Kelley, mas a ideia final de Hooman, que chegou a buscar apoio da Noki (a empresa não embarcou no projeto), era a de que o produto fosse totalmente independente. Para isso, ele adicionou o filme no site de arrecadação de fundos Kickstarter e conseguiu parte do valor necessário. O custo total de Olive foi inferior a R$ 500 mil.



 
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