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Edição #139
fevereiro de 2011
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editorial: Show de variedades
por Sandro Carneiro 21/02/2011
É sempre assim. No mundo todo. A temperatura sobe, começa a temporada de grandes shows e festivais. No Brasil, esse fenômeno climático-musical tende a se manifestar com maior intensidade entre outubro e janeiro. É quando, geralmente, artistas internacionais de peso desembarcam por aqui com produções grandiosas, cheias de efeitos arrojados, luzes impactantes e telões gigantescos. Em 2010, um dos espetáculos gringos que passaram pelo país e que mais impressionaram por estas características foi o do Rush (capa da edição de novembro da Luz & Cena). No entanto, uma personalidade nacional também deu muito o que falar com o seu show.

Não, não estamos falando de Ivete Sangalo, cuja apresentação no Madison Square Garden, durante o verão nova-iorquino, foi muito comentada pela imprensa. O artista em questão, e também nossa capa do mês, é o jovem Luan Santana, que, aos 19 anos, foi quem mais vendeu discos no Brasil no ano passado. Representante do sertanejo universitário, subgênero de um dos estilos musicais brasileiros mais rentáveis das últimas décadas, ele se apresentou no Rio de Janeiro em dezembro, também para gravar um DVD (o segundo da carreira). Até aí, nada de mais. Não fosse a superprodução que foi o espetáculo, digna de mega-astros da música internacional. Para a apresentação, além de um palco com nada menos que 800m², foram projetados: uma cenografia digital de ponta, composta por painéis de LED de seis diferentes resoluções; uma iluminação com 160 moving lights e elementos nunca vistos antes no Brasil, e efeitos que incluíram o mesmo elevador com o qual o cantor Michael Jackson seria arremessado ao palco na turnê This is it.

Ainda falando sobre desembarques no Brasil, a empresa Lighting Bits, do argentino Daniel Ridano, não para de aumentar o portfólio de marcas que distribui no país. Já são quatro as fabricantes de equipamentos que a companhia representa, entre elas a francesa Robert Juliat, famosa por seus canhões seguidores e fresnéis.  Quase seis meses depois do anúncio da representação, feito durante a 1ª Lighting Brazil, escalamos o repórter Rodrigo Sabatinelli para descobrir como está a receptividade do mercado interno aos produtos da marca e quais outros equipamentos distribuídos pela Lighting Bits têm chamado a atenção dos consumidores brasileiros.

É de Rodrigo também a entrevista com o baiano Grima Grimaldi. Nela, o crítico e bem-humorado videomaker revela como e onde costuma criar, quais suas câmeras preferidas e com que softwares e hardwares prefere trabalhar. Em suma, um prato cheio para quem produz vídeos. Estes, aliás, marcam presença em Antes da coisa toda começar, nova peça da Armazém Companhia de Teatro. O espetáculo, que estreou no Rio e chega a São Paulo este mês, traz projeções que, lançadas sobre o cenário e aliadas à luz de Maneco Quinderé, criam ilusões de ótica surpreendentes e totalmente     adequadas à narrativa fragmentada da montagem. 

Boa leitura e até o Carnaval!
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