Luz & Cena
LOGIN e-mail
senha
esqueceu sua senha? Clique aqui para se
cadastrar na M&T As novidades da L&C em seu computador
gravar senha

Edição #112
novembro de 2008
Índice da Edição 112
Editorial
Novos Produtos
Destaque
Em Foco
Holofote
Mercado

Cadastre seu e-mail e
receba nossa Newsletter
As novidades da L&C em seu computador
Holofote: Maurício de Sena
por Mauela Cantuária 17/11/2008
O carioca Maurício de Sena Batista, de 41 anos, passou quase a metade da vida trabalhando com iluminação. Hoje, atua na área apenas como consultor. Segundo Maurício, chegou o dia em que ele percebeu "que já conhecia todos os teatros do país" e, sem medo de novos desafios, partiu para uma nova área: a filmagem. Como cameraman ele já participou de filmes como Se eu fosse você 2 e de novelas como Ciranda de Pedra, além de ter feito comerciais e programas de televisão.

Formação: Enquanto cursava Cenografia na Escola de Belas Artes (UFRJ), já trabalhava com iluminação teatral e de shows. Comecei por Terra Molhada, passando pelo Sesc, e por 16 anos fui assistente do iluminador Paulo César Medeiros, viajando o país com espetáculos. Depois de muita estrada, a escolha por ser operador de câmera foi um recomeço e, principalmente, o que eu precisava: um novo desafio.

Como começou a trabalhar como câmera? Nos primeiros trabalhos como video-assist, e me interessei muito por gruas eletrônicas e sua operação. Meu primeiro trabalho foi como operador, foi operando cabeça eletrônica, na novela infantil Floribella, da Band.

Alguém te influenciou? Mais do que influência, tive a orientação de Paulo Correia, grande responsável pelas oportunidades que tive.

A experiência como iluminador ajuda você de alguma maneira na sua nova profissão? Sim, a relação é enorme: da mesma maneira que na câmera se pensa no quadro, no teatro se pensa na cena, ou seja, a imagem que o espectador vai ver passa pelas mãos do operador de câmera/ iluminador.

Quais foram os últimos trabalhos que você fez? Os longas-metragens Bonitinha, mas ordinária, e Se Eu Fosse Você 2; comerciais da Santander, Volkswagen e Campanha de Doação de Órgãos; e para a TV, Ciranda de Pedra, Negócio da China, Criança Esperança, Amor e Intrigas, Mutantes e Chamas da Vida.

Processo de criação: Depende do trabalho, cada caso é um processo diferente, não existem fórmulas.

Um iluminador: Paulo César Medeiros.

Um câmera: Paulo Correia.

Um diretor de fotografia: Walter Carvalho.

Você prefere intuição ou pesquisa? Os dois, sempre.

A melhor imagem é aquela que... dá prazer em vê-la.

Em um projeto não pode faltar... organização e planejamento.

Qual é o melhor e o pior da profissão? O trabalho é muito prazeroso, só o que cansa é o tempo que se passa esperando.

Planos para o futuro: Estou sempre pronto para novos desafios. Edição, direção... Quem sabe?

Sonho de consumo profissional: Crescer, trabalhar e produzir cada vez melhor..

Dê uma dica para quem está começando: Acredite nos seus sonhos, mesmo que com o tempo eles mudem.
Versão para impressão de
“ Edição #112:  Holofote” Envie este artigo
para um amigo

 ARTIGOS RELACIONADOS - HOLOFOTE
Carol Barros (Edição #132 - 14/07/2010)
Fernando Ochôa (Edição #96 - 13/07/2007)
Renato Rodrigues (Edição #106 - 19/05/2008)
Alexandre Correa (Edição #107 - 12/06/2008)
Daniel Porto (Edição #141 - 26/04/2011)
Luz & Cena © Copyright 2000 / 2020 - Todos os direitos reservados | Política de Privacidade
Est. Jacarepaguá, 7655 salas 704/705 - Rio de Janeiro - RJ CEP: 22753-900 - Telefone: 21 2436-1825