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Edição #117
abril de 2009
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Editorial: O processo de criação
por Tatiana Queiroz 04/04/2009

Um dos privilégios de uma jornalista é poder desvendar o processo de criação de uma obra de arte ao entrevistar o criador dela. Mas, por mais que façamos muitas perguntas, nem sempre conseguimos extrair do entrevistado como ele chegou exatamente ao resultado final.

Quando saiu a lista dos indicados ao 21º Prêmio Shell de Teatro, busquei informações das peças que estavam concorrendo por São Paulo, já que as do Rio de Janeiro eu já tinha assistido a quase todas em disputa nas categorias Iluminação, Cenário e Figurino - algumas delas, inclusive, ganharam as páginas da Luz & Cena.

Então me deparei com fotos de Arrufos e me encantei pelo belíssimo espetáculo do Grupo XIX de Teatro sem sequer ter assistido à peça, que concorria pelo cenário criado por Renato Bolelli Rebouças e na categoria Especial, pela pesquisa e criação da peça.

Já que Arrufos não viria ao Rio e nem eu iria a São Paulo, decidi trazer de volta o Renato ao rol de colaboradores da L&C para contar para nós como foi a criação do espetáculo. Ao receber o texto dele, fiquei imaginando como seria se eu ou outro jornalista tivesse escrito sobre a peça... Quanta coisa, talvez, não teria sido contada da forma que foi feita pelo próprio autor da direção de arte de Arrufos.

O processo de criação realizado por grupos teatrais são bem particulares e interessantes e me lembram o romantismo dos jovens, a vontade de fazer acontecer, não se importando com os obstáculos. Ressalta a importância do coletivo no ato de criar, da pesquisa e da troca de experiências e informações.

O texto escrito por Renato seria publicado na edição anterior a esta que você tem em mãos, mas por falta de espaço, tive que deixá-la para abril, com o pressentimento de que seria bem melhor assim. Nesse meio tempo, foram anunciados os vencedores do Prêmio Shell, e foi com muita alegria que li que Arrufos tinha faturado, pelo cenário, a concha dourada.

Na peça, o cenário e os objetos ganham novos significados no decorrer da história. Os figurinos se transformam. E a delicada iluminação é toda feita por abajures manipulados pelos próprios atores.

Coincidência ou não, em Mercadorias e futuro, o cantor e ator Lirinha também comanda em cena as luzes do espetáculo, só que neste caso, em parceria com o iluminador Jathyles Miranda.

Nesta edição, ainda há a dança das luzes no ritmo da música eletrônica, que ecoou no Rio Music Conference. Você também vai saber um pouco da história e como funciona uma das maiores produtoras brasileiras de áudio e vídeo.

Boa leitura!
Tatiana Queiroz

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